MENTE CONSCIENTE E MENTE INCONSCIENTE – QUAL DELAS TE DOMINA?

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O fato vivenciado com o ministro do STF Luiz Roberto Barroso, em que chamou na abertura da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal, o ex Ministro negro Joaquim Barbosa de “negro de primeira linha”, é emblemático. Ele revela que a questão do racismo vai muito além da superficialidade com que é tratado. Claro que em qualquer mente sã e “CONSCIENTE” como a dele, não se pode pensar em ser racista ou preconceituoso, mas a neurociência nos ensina que não somos feitos apenas de mente consciente. A maior demanda de nossas informações afetivas e emocionais, estão na mente INCONSCIENTE. É nela que transformamos os CONCEITOS afetos a funcionalidade do cérebro humano em PRÉ CONCEITO condenáveis.

O que ocorreu com o ministro Barroso não foi um deslize, foi uma manifestação de fluência de sua mente INCONSCIENTE para sua mente CONSCIENTE, isso se dá, porque no cérebro humano, todas as memórias são associativas.

A questão central, no ocorrido, é saber, que todos nós temos esta mesma fluência e assim sendo, por muitas vezes, manifestamos PRÉ CONCEITOS contra as mais variadas situações ou pessoas, mesmo “sem” querermos, ou pior, sem admitirmos o fato que geramos.

Aqui, um destaque positivo à postura do ministro Barroso, em assumir o “equivoco” e às lágrimas, se desculpar. Muito nobre para um homem com sua formação, envergadura e visibilidade, diria mais, seu choro foi comovente, disciplinar e pedagógico, mas ineficiente, pois não se trata de equivoco, ato falho ou racismo enrustido e sim da manifestação de uma planta neurológica que todos temos, uma planta de baixíssima performance, moldada ao longo de toda uma vida, pela educação recebida, pelas concepções religiosas, culturais e influência de todo tipo do meio em que se vive e convive.

 Sim, possuímos uma planta vulnerável, de baixa performance e afeta aos mais variados tipos de pré-conceitos, queiramos nós ou não, independentemente da formação acadêmica, ou status sócio econômico. Para pôr fim a situações como esta, é necessário não só ensinar e combater o racismo com as ferramentas atuais, mas ir além, que é promover processos educacionais e de sociabilidade possíveis da desconstrução desta nossa atual planta neurológica, reconstruindo a, sob um novo prisma das relações interpessoais de alta performance.

É a isso que meus treinamentos servem, a desconstrução e reconstrução da planta neurológica, para que entendamos a funcionalidade do cérebro humano e façamos desta funcionalidade nossa aliada e não nossa adversária, afinal antes de sermos um grande líder, precisamos ser uma grande pessoa.

Carlos Nascimento

Executivo – Gestor Público – Head/Jobhunter – Coach – & Master Trainer Comportamental – Especialista em Desenvolvimento Construtivista Estratégico de Pessoas

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